Segunda Chance ManoGelis Cap 23

23 Apr

Ao entrar na cozinha, minutos depois, Angelis encontrou a noiva parada perto da pia bebendo água, parecia está distraída. Ou quem sabe pensativa. Ficou parado por um tempo a admirando. O cabelo estava preso em um coque mal feito e vestia apenas um camisão que deixava mais da metade das coxas de fora e o ombro direito. Estava linda e sentia saudade. Portanto, sem mais demora, se aproximou sem fazer nenhum ruído e a abraçou por trás, lhe dando um demorado beijo na nuca.

Angelis: No que o meu amor tanto pensa?

Manu: Bobagem. – sorriu, deixando a cabeça encostar-se ao ombro dela.

Angelis: E que tipo de bobagem? – a apertou na cintura, passando o nariz pela bochecha dela. – Hmm?

Manu: Nada com importância, te juro. – virou o rosto na direção dela, assim a encarando. – Ela dormiu?

Vendo que ela não queria contar, decidiu não insistir. Então antes de respondê-la voltou a beijá-la, mas dessa vez na boca.

Angelis: Dormiu. Queria que ela ficasse acordada por mais um tempo, sei lá. Não estou segura.

Manu: Fica tranquila, o médico disse que quando chegássemos em casa ela já poderia dormir. – voltou a beber a água.

Angelis: E você acha que prestei atenção? – escondeu o rosto no vão do pescoço dela, apertando ainda mais seus braços ao redor da mesma. – Ainda não me acostumei com esses sustos.

Manu: E esse que foi o meu primeiro? – soltou uma risadinha, deixando o copo já vazio sobre a pia. – Até a enfermeira percebeu. Não quero mais passar por isso.

Angelis: Vai se acostumando. – também riu.
Ficaram quietos, com Angelis a enchendo de beijinhos pelo rosto até a nuca, enquanto a mesma passava os dedos carinhosamente pelos braços que estavam postos em sua cintura.

Depois de suspirar baixinho, resolveu se pronunciar.

Manu: O que foi? – levou a mão para trás, tocando no rosto dela.

Angelis: Saudade! – sua voz saíra abafa por voltar a encaixar o rosto no pescoço dela.

Manu: Vem, vamos pra sala.

A puxou pelas mãos e só parou ao sentarem no sofá, com metade do corpo por cima do dela. Angelis estava um pouco de lado, tendo uma das pernas dela por cima das suas. Manu se viu mais uma vez envolvida pelos braços da noiva.

Angelis ao senti-la tão perto não resistiu, não mais a tanta proximidade e começou a passar a sua boca pelo o rosto de Manu, que sentindo os carinhos da noiva teve como única reação fechar os olhos e se deixar levar por aquele momento. Vendo-a tão entregue e com os lábios entreabertos e tão perto não resistiu e a beijou, ela que depois dos olhos achava que o que Manu tinha de mais lindo era a boca, não encontrou barreiras para um beijo tão doce, tão terno, as línguas se encontravam em perfeita sintonia, fazendo com que eles não quisessem interromper aquele contato tão delicioso e que os desligava de tudo e de quase todos.
O ar já estava ficando escasso e, então, finalizaram com alguns selinhos demorados e mesmo assim mantiveram suas testas coladas. Em silêncio, se encararam com intensidade. Manu lhe fazia um gostoso carinho na nuca com as pontas dos dedos e hora ou outra descia a mão por toda extensão do braço dela, logo voltando para o ponto de partida. Encolheu o corpo ao sentir a mão da noiva atravessar a barreira de sua blusa, tocando sua pele agora sem nenhuma barreira.

Ela sorriu, dando mais um selinho nela.

Manu: Por que não me disse que colocou meu nome nos contatos da Valentina, Angel?

Angelis: Ia falar, mas acabei esquecendo. – subiu a mãos pelas costas dela, fazendo-a se arrepiar. – Foi no dia da reunião, lembra?

A viu assentir, voltando a ficar em silêncio por alguns instantes. Manu a encarava com intensidade, não ousando desviar um minuto sequer.

Angelis: O que foi? – passou o nariz pelo dela, perguntando bem baixinho.

Manu: Voce é linda.

Angelis:Nao mais que voce minha Nunuzinha.
Fora somente isso que Angelis se pôs a responder e nada mais, porém um sorriso encantador estava posto em seu rosto, fazendo Manu suspirar e voltar a beijá-la. Esse muito mais demorado que o anterior, mas tão calmo e doce como tal. Manu sentiu todo seu corpo tremer ao ter as duas mãos dela a tocando com tanto carinho e vontade. Mais uma vez sentia-se plena. Adorava tê-la assim, tão entregue e envolvente. Trocou a cabeça de lugar e junto escorreu a mão pelas costas nuas de Angelis, cravando os dedos em algumas partes.

Manu estava carente e por isso, quando se afastaram, não tardou em distribuir beijos pelo rosto dela, passando pelo queixo e demorando mais ao chegar onde adorava… O pescoço. A viu se arrepiar e a mordeu de leve quando a mesma caminhou com a mão pelo seu corpo, deslizando por sua barriga e a postando bem abaixo de seu seio direito.

Angelis: Esses dias tem sido tão corridos… – a beijou no ombro desnudo, uma… Duas… Três vezes.

Manu: Não fala. Minha carência chegou a cem por cento. – voltou a erguer o rosto, sem deixar de passar a boca e o nariz pelo caminho de volta.

Angelis: Depois de amanhã tudo volta ao normal e te prometo que vamos passar mais tempo juntas. Minha noiva não pode ficar carente.

Manu: Você sabe que foi por um motivo muito especial, então não tem problema nenhum. – grudou a testa na dela.
Angelis: Pelo menos hoje vamos dormir juntas. Pensei que fosse te ver só amanhã. – enquanto falava, fazia carinho pela barriga dela.

Manu: Eu também. – sorriu. – Estava pronta pra ir pra casa e dormir, mas… Falando nisso, tudo pronto pra amanhã? Nenhum problema?

Angelis: Nenhum. Tudo resolvido.

Manu: Hmm. – a beijou no queixo.

Angelis: Você está cansada, não é? Passou a semana em uma correria e hoje ainda foi parar no hospital.

Angelis falava olhando para própria mão, que agora estava a acariciando na coxa. A subiu até encostar-se à fina tira da calcinha, tornando a descê-la e repetindo o ato várias vezes seguidas.

Manu: Um pouco. – deu de ombros, suspirando e se aconchegando sobre ela.

Angelis: Vamos pro quarto. Assim você descansa.
Manu não ousou a protestar, estava realmente com bastante sono. Soltou o cabelo depois de ajuda-la a ajeitar a cama. Quando estava pronta para deitar, Angelis a puxou para um abraço, esse bastante apertado.

Manu: Me aperta mais? É tão bom. – disse baixinho, dando um beijinho no pescoço dela, seguido de um cheirinho.

Angelis: Olha pra mim, Manu.

Pediu inclinando o rosto para ficar próximo ao dela quando a mesma a encarou. Levou sua mão até o rosto delicado de Manu e passou o polegar pela bochecha avermelhada, em um carinho.

Angelis: Eu te amo!

Manu: E eu também te amo. Muito!

Sorriu, deixando se levar em mais um beijo.

2 Responses to “Segunda Chance ManoGelis Cap 23”

  1. De April 25, 2013 at 11:52 pm #

    Como eu vejo o primeiro capitulo ? rs

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