Segunda Chance ManoGelis Cap 30

26 Apr

Impaciente! Era assim que Angelis se encontrava na casa dos pais. Ligara tantas vezes para saber o motivo da demora que chegou a irritar Hany, que decidiu não atendê-la mais. Tinha uma explicação para toda sua ansiedade: Saudade! Não estava acostumada há passar tantos dias longe de Valentina, no máximo era por uma noite e mesmo assim ficava preocupada pensando se tudo estava bem.Depois que a mãe lhe pediu desculpas e tambem a Manoella ela se disponibilizou a deixar Valentina passar mais tempo com os avos,mas mesmo assim ela nao gostava de ficar longe de Vale.Sabia que chegava a se exceder, porém não conseguia controlar.

Quando finalmente ouviu vozes na sala, deixou a mãe falando sozinha e praticamente correu até lá.

Vale: Maãmaaaae!

Hany parou com as mãos na cintura enquanto Clauristovão ria por ver a neta correr e se jogar na mãe que de imediato a pegou no colo abraçando fortemente.

Angelis: Hmm… Que saudade eu senti da minha pequena. – disse risonha, recebendo um gostoso beijo na bochecha. – Mãmae não vai te deixar viajar de novo. Não gosto de ficar sem a minha princesa.

A menina nada disse, somente deitou a cabeça no ombro dela e ali ficou quietinha. Estava chorosa. Foi assim que permanecera nos últimos dias, dando trabalho aos avós antes de dormir por querer as mães.

Angelis estranhou ao ouvi-la fungar.

Angelis: O que foi? Por que está chorando? – tentou afastá-la, em vão. Tornou a questionar.

Vale: Puque eu queria você e mãmae nunu. – a agarrou pelo pescoço, escondendo o rostinho ali.

Clau: É um grude mesmo. – largou as malas perto do sofá.

Hany: Você não quer e eu não levo mais. Nos últimos três dias foi um sacrificial fazê-la dormir, ela só queria você.

Angelis: Não somos acostumadas a ficar tanto tempo longe. – se acomodou na poltrona, sem deixar de mantê-la pertinho e de lhe fazer cafuné.

Clau: E nem queira! Aproveita enquanto ainda é pequena e precisa de você, porque depois… – o beijou na cabeça.

Angelis: Não gosto de pensar nessa parte, pai. Deixa assim que está de bom tamanho.

No final Angelis acabou almoçando por ali mesmo, pois há algum tempo a família não se reunia. Entretanto, logo depois seguiu para a casa a fim de curtir um momento Mãe e filha. Precisava disso tanto quanto Valentina, que sem demora já estava sorrindo e contando o que tinha aprontado na companhia dos avós. Brincaram bastante e depois trocaram o parque pelo cinema por estar chovendo.

Casa dos Pais de Manoella

Os pais de Manu fizeram uma surpresa e tanto pra filha nesses ultimos 2 meses,eles se mudaram pra Sao Paulo para ficar mais perto dela e tambem de Valentina,coisa que surpreendeu a propria Manoella.

Manu etava na casa dos pais e havia levado Valentina a pedido dos proprios, segurando o pequeno copo cor de rosa, Manu retornou a cozinha onde Beth terminava de aprontar o almoço. Caminhou para trás do balcão e voltou a seus afazeres.

Beth: Cadê os dois? – abriu o forno, deixando o recipiente ali.

Anahí: Foram no jornaleiro. Não sei qual o milagre meu pai ter ido só agora.

Beth: Ele estava muito ocupado em comprar um monte de besteiras pra Valentina. – riu junto com a filha. – Está igual um bobão desde que soube que vocês vinham. Até um balanço ele pendurou na árvore, pena que a chuva estragou a diversão deles.

Manu: Ai! Tadinho. – voltou a rir. Gostara de saber o quanto o pai era ligado a menina, mesmo não falando. – Vale é louca por ele.

Beth: Pode ter certeza que é reciproco. – começou a lavar a louça. – E Angelis?

Manu: Teve que ir a um evento da Agencia. Só volta de noite.

Beth: Logo em um sábado? Coitada. – a olhou por cima do ombro.

Manu: Não teve escolha, o diretor pediu. – deu de ombros. – O problema todo foi a Vale que queria ir junto. Ela tá toda manhosa por ter ficado esses dias longe de nos duas, que agora não quer  soltar mais. Ontem nem voltei pro meu apartamento, afinal… estava morrendo de saudade da minha menina.

Mari: Muito bem. E ela não quis ficar com a Hany?

Manu: Pois é. Chorou e depois falou que ficaria comigo.

Em pouco tempo Mancelo estava de volta com seu jornal e uma Valentina sorridente cheia de revistinhas que nem ao menos conseguia carregá-las. Com paciência Manu lhe explicou que primeiro iriam comer e aí sim ela poderia colorir.

O almoço seguiu tranquilo e de uma forma que Manu não esperava. Ficara um pouco surpresa por sua mãe tomar a frente e dar comida na boca da menina. Parecia surreal, pois jamais imaginara que seus pais agiriam de tal forma, tratando Valentina como uma verdadeira neta. Fazendo-lhe vontades e dando toda atenção.

Outra parcela de culpa para sua felicidade era por eles terem tratado de preparar tudo o que mais gostava, fazendo-a relembrar da infância, dos momentos que vivera ali.

Terminavam de comer a deliciosa torta de chocolate com morango preparada por Beth, a sua preferida.

Vale: Cabei. – desceu da cadeira, pegando o copo.

Beth: Quer mais um pouquinho? – se preparou para cortar mais um pedaço.

Vale: Não, bigada. – voltou a beber o suco. – Tô cheia!

Manu: Você sempre fala isso, mocinha. – lambeu um dedo. – E eu aceito mais um pedaço.

Beth: Você sempre fala isso, mocinha. – a imitou, sorrindo.

Manu: O que posso fazer? Sou viciada nisso. – levou uma colherada a boca. – Hmm… Delícia, mãe.

Enquanto elas falavam, disfarçadamente, Valentina andou até Marcelo e, depois de postar o rosto a pequena mão no ombro do mesmo, falou bem baixinho.

Vale: Vamo binca um poquinho? – passou a mão na testa afastando a franja.

Marcelo: Nós já vamos. Só eu acabar aqui. – a viu assentir.

Manu: O que foi? – ela rapidamente negou, voltando para trás de sua cadeira. – Pai?

Marcelo: Segredo! – piscou.

Continuaram a conversar sobre coisas banais. Empolgada, Beth contava sobre a viagem que pretendia fazer para a filha, porém parou ao ouvir Valentina cantar distraidamente enquanto brincava com sua própria pulseira. Não conseguindo conter, ambas bateram palmas. Pararam quando a menina abraçou Manu envergonhada, escondendo o rostinho em seu peito.

Manu: Own, que linda! Me derreto toda com ela cantando. – a abraçou, como se tentasse ajudá-la a se esconder.

Beth: É muito gostosa. – riu ainda mais ao vê-la sorrir vermelhinha e fechar os olhos com força.

Manu: Minha fofa.

Carinhosa, inclinou a cabeça e a beijocou na bochecha, estalado.

Marcelo: Ficam fazendo festa e agora ela ficou encabulada.

Manu: É mais forte, pai.

Vale: Mãmae Nunu… Tô com vegonha. – sussurrou, sendo ainda mais apertada.

Manu: Então fica aqui agarradinha comigo. – disse no mesmo tom. – Pronto!

Mesmo ainda tímida, minutos depois, e encostada no peito de Manu, Vale não tardou em seguir até Marcelo e segurar na sua mão quando se pôs de pé.

Vale: Vem, vovô! Pinta tudo bem lindo! – o puxou e sem questionar ele foi.

Manu: Ouviu? Vovô? Não sabia dessa.

Perguntou ao vê-los se esparramar no chão da sala ao meio dos livrinhos de colorir e os lápis. Um enorme sorriso estava em seu rosto.

Baeth: Ah, por que só ele? Eu também quero. – se esticou para vê-los. – O quê? – estranhou ao vê-la a encarar com os olhos bem abertos.

Manu: Uau, dona Baeth! Quem te viu quem te vê hein.

Beth: Não falei nada demais, oras. – deu de ombros.

Manu: Sei lá… É estranho, mãe. Nunca imaginei isso vindo de você, sendo sincera.

Beth: Sempre achei Valentina uma criança fofa, eu só tinha medo por você, Manu. Um relacionamento desse tipo é difícil. Mais complicado do que os convencionais, temos que concordar. – a mesma afirmou. – Filha, só quero que você entenda que se um dia eu me opus ao seu namoro com a Angelis foi para protegê-la. – lhe segurou a mão sobre a mesa. – Mas agora já entendi muito bem que o que vocês têm é forte. Se tornaram uma família e els é ums ótima Mãe e noiva. É uma boa menina e vai cuidar direitinho do meu bebê. – sorriu. – É preocupação de mãe, sabe? 

Com os olhos marejados e sorrindo, Manu assentiu. Era bom ouvir tudo aquilo. Adorara ainda mais aquela tarde. Era a primeira conversa sincera entre elas, sem medo de algum mal entendido. Sua emoção era devido o carinho com que Beth lhe dizia que apenas queria a proteger.

Beth: Você nunca me contou seu maior sonho, mas eu sei por ser sua mãe. Por ter te carregado durante os noves meses mais felizes da minha vida. E justamente por isso, por ser seu maior sonho, eu não queria que se machucasse. Tinha medo, porém não mais. – sorriu. – E agora você vai entender toda essa preocupação exagerada com essa coisinha fofa da Valentina.

Manu: Nunca contei porque, de uma forma ou de outra, você sempre o viveu comigo. – se debruçou, beijando-a na bochecha. – Simples assim!

           Sabado – 18h Casa dos Borges

Passar toda uma tarde ao meio de mulheres não era o que Manu esperava para aquele sábado, porém, por falta da desculpa perfeita, não teve como recusar o convite para o chá de panela de uma das primas da noiva, Paola. O problema não era estar na companhia feminina da família Borges, muito pelo contrário, se dera bem com todas e sempre era muito bem vinda. O que lhe incomodava era por Iris uma ex de Angelis não parar de encará-la.

Ironia? Talvez! Contudo a prima e a ex de Angelis eram amigas.

Por sorte teve a companhia de sua sogra desde o inicio, já que Valentina havia se afastado junto com as priminhas.

Manu: Não querendo ser chata, mas é que já tem algum tempo que Valentina entrou e ficou no quintal… Sei lá, não confio em crianças sozinhas. – encolheu os ombros, falando somente para Hany ouvir.

Hany:  Pior que eu também não e me distrai. – a tocou na perna. – Bia, onde está Luísa?

Virou para a mesma antes de perguntar e logo a resposta que a menina estava bem brincando com as outras crianças e que ela não precisava se preocupar veio com um sorriso pouco amigável.

Hany: Cada dia que passa fica pior esconder nossa reciproca antipatia. – murmurou. – Já vou até lá dar uma olhadinha, tá?

Manu: Pode deixar que eu mesma irei. Fico meio assim porque ela anda em uma fase um tanto complicada, sabe? Tenho medo de se machucar. Hoje mesmo, quando estavamos nos arrumando, ela quase caiu daquela escadinha pra pia. Já falei com sua filha que é perigoso, mas ela não me escuta.

Hany: Também já falei a mesma coisa pra ela. Ela anda aprontando escondido, precisa ficar mais atenta.

Manu: Esses dias ela fez as gavetas de escada e ela tomou um susto. Chegou a ficar pálida.

Hany: Ai meu Deus! – riu. – Valentina é igualzinha a Angelis quando pequena. Olha, essa menina vivia me dando dor de cabeça.

Quando Vivian, irmã da noiva, se juntou a elas Hany então decidiu que ela hora de vigiar a neta. Era o que ela realmente pretendia fazer, porém desistiu ao ver que era a vez de seu presente se aberto pela sobrinha. Acabou se distraindo por alguns minutos. Ao gesticular para nora onde estava indo tornou a parar ao ver que Valentina adentrava a sala com a mão tapando a boca e os olhos cheios de lágrimas.

Hany: O que aconteceu, Vale? – deu passos na direção da menina .

Manu: Ei, o que foi?

Preparava-se para levantar quando Vale se postou entre suas pernas e a agarrou pelo pescoço com força, soluçando. Então não o fez, apenas retribuiu o abraço tentando acalmá-la.

Manu: O que foi que aconteceu, princesa? – tentou afastá-la um pouco em vão, já que a mesma a apertou mais.

Vale: Não, Nunu. – pediu entre fortes soluços, escondendo o rostinho banhado de lágrimas.

Manu: Tudo bem, mas me conta o que acontece. Por que está chorando assim? – olhou para o alto ao ver Hany se postar a sua frente.

Hany: Deixa a vovó ver. – tentou puxá-la, mas também sem sucesso. – Valentina!

Todas olhavam tentando saber o que tinha acontecido. Vivian logo se levantou e fora até o quintal atrás do filho para descobrir o que haviam aprontado enquanto Manu seguira para o banheiro com Valentina a fim de saber se ela tinha se ferido.

Com paciência e cuidado conseguiu convencê-la a mostrar o rosto e logo descobriu que tinha um pequeno corte no lábio superior.

Após lhe lavar a boca para tirar o sangue e secar o rosto não negou o colo que ela pedira.

Clariani: O que foi agora? O que essa menina aprontou? – parou na porta com os braços cruzados.

Manu: Cortou a boca, mas até já parou de sangrar. – a beijou no topo da cabeça depois de ajeitar os grandes cachos.

Hany: Vem, meu amor! – pegou Luísa no colo e a pôs sentada na bancada da pia. – A vovó trouxe gelo pra não inchar.

Vale: Não! – balançou a cabeça, estendendo os braços pra Manu. – Eu não qué.

Hany: Mas tem que colocar, não vai doer.

Vale: Vai sim. – mesmo com seus braços pequenos tentou abraçar a mãe quando a mesma tornou se aproximar da pia.

Clari: Anda, Vale, deixa de manha. – brigou.

Hany: Não vai nada e é rapidinho. Deixa eu colocar. – estendeu as mãos, mas a mesma se negou e deitou a cabeça no peito de Manu, tornando a chorar. Dessa vez baixinho.

Manu só não tomou a frente por medo de causar algum conflito e por isso apenas deixou ser abraçada pela menina e lhe acariciou as costas e o cabelo, aninhando-a em seu colo.

Hany: O que eu já imaginava, estavam brincando e aquela menina, filha da amiga de Paola, a empurrou. Ela caiu e bateu com a boca.

Clari: Bruna é uma peste. – murmurou.

Hany: Machucou muito?

Manu: Graças a Deus não. Foi só um corte bem pequenininho. Foi mais o susto mesmo. – segurou o pequeno rosto entre as mãos. – Me deixa mostrar pra vovó? Aqui!

Hany: É… Bem pequeno mesmo.

Clari: Mesmo assim é melhor colocar um pouco de gelo pra evitar inchar.

Hany: Melhor mesmo porque já inchou um pouquinho.

Vale: Eu não qué, vai sangá. – fungou, deixando algumas lágrimas correrem.

Hany: Não vai não, meu amor. A vovó promete. Deixa colocar só um pouquinho. – lhe afagou o rosto.

Vale: Qué ninguem não, a mãmae nunu. – fez bico ao mesmo tempo que fungava.

Hany: Tudo bem! A Nunu coloca pra você, tá bem? – disse antes de ser interrompida, lançando um olhar de reprovação para Clariani.

Por longos minutos Manu passou a acalmando e lhe dando muitos beijinhos e cheirinhos até que parasse totalmente de chorar. A acomodou em seu colo e de frente para si ao sentar-se na varanda de trás da casa e só então Vale contara sua versão do que tinha ocorrido. Ainda fungava hora ou outra.

 

Acabou perdendo grande parte da brincadeira, mas não se importou. Era bom tê-la abraçadinha consigo naquele dia frio e trocando carinhos.

 

Manu: Agora já parou de doer? – a beijocou, voltando a abraçá-la apertadinho quando afirmou.

 

Vale: Ó, fez dodói também. – mostrou o dedinho.

 

Manu: Hmm… A mãmae tem um band-aid das princessas aqui na bolsa. – depois de procurar um pouco o achou em um bolsinho. – Pronto! – disse ao terminar de envolver o dedo.

 

Vale: O beijo?

 

Manu: Ai,  como eu pude esquecer logo do beijo. – deu um leve tapinha na própria testa, dando o beijinho em seguida. – Agora vai sarar rapidinho.

 

Valentina apenas sorriu ao envolver o pescoço de Manu com os braços enquanto tratava de esfregar seus narizes timidamente.

 

Quando o vento passou a ficar mais forte e frio Manu decidiu retornar a sala e se juntar as demais, por sorte seu presente ainda não havia sido escolhido para a noiva adivinhar e quando a mesma o fez e errou foi o único momento que conseguiu fazer a filha lhe soltar um pouco para pintar ainda mais Paola.

 

Depois do tombo Valentina se negou a sair de perto de Manoella e por isso passou todo o restante da tarde brincando no colo da mesma. Falara sozinha enquanto fingia ser a mãe e cuidava da boneca. Com um sorriso sapeca no rosto, a encarou quando pendurou a grande bolsa da mesma no ombro.

 

O relógio marcava sete horas da noite quando Angelis adentrou o apartamento. Por estranhar o silêncio seguiu para o quarto e ao não vê-las caminhou até o quarto da filha.

 

Encostado ao batente da porta permaneceu quietinho, apenas observando Manu e Vale deitadas dentro da cabaninha daBarbie. Ambas estavam tão entretidas que nem ao menos perceberam sua presença. Mantinham-se abraçadas.

 

Vale: Não! Tem que rola o dedo.

 

Manu: Então espera. – riu, tratando de enrolar a ponta do cabelo no dedo dela. – Agora podemos cantar?

 

Vale: Pode!

 

Manu: Vai, você começa. – incentivou por vê-la animada.

 

Vale: Bilha linda fô… Cura que feliu… – lançou um sorrisão a mãe. – Vai Nunu.

 

Manu: Salva o que se perdeu. Traz de volta já o que uma vez foi meu. Uma vez foi meu! – cantarolou risonha.

 

Vale: Agora o meu dedinho não tá dodói. – disse eufórica, olhando para o dedo.

 

Angelis: Então estão brincando de Rapunzel e nem me esperaram?

 

Manu: A pricesa chegou! – a soltou para que corresse até o Mãe.

 

Pronto,foi so Angelis chegar que a bagunça estava armada,elas brincaram as tres como uma verdadeira Familia.

 

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